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A interatividade, tão comum na experiência humana, prevê que o aluno
que vivencie uma experiência de EAD seja autônomo na medida que gerencie os
próprios passos na construção do conhecimento, ultrapassando a condição de
espectador passivo, ocupando a condição de sujeito operativo.
A colaboração nos permite pensar a EAD na perspectiva de que ensinar
supera, em muito, a transmissão de um saber abstrato. Há que se entender o
sentido no ensinado. Quando não se perde o foco no papel ativo dos
participantes em sua busca pelo acesso às informações e recursos, termina-se
por desenvolver atividades colaborativas, estabelecendo diálogo e conexões
críticas, produtivas, e isso é o ideal da aprendizagem!
No nível superior evidencia‐se a importância dos
professores unirem o domínio de tecnologias da informação, aliadas ao campo educacional, com a
atualidade para que universitários enxerguem em seus mediadores da aprendizagem,
educadores empreendedores de uma prática pedagógica que traz implicações para
novos saberes e fazeres pelas possibilidades, que surgem, pela presença das
recentes tecnologias e sua interatividade.
Coloca-se,
assim, à nossa frente o Google Docs como ” um pacote de
aplicativos do Google baseado em AJAX. Funciona totalmente on‐line diretamente
no browser. Os aplicativos são compatíveis com o Microsoft Office e o OpenOffice.org, e atualmente compõe‐se de um processador de
texto, um editor de apresentações e um editor de planilhas. Alguns dos recursos
mais peculiares é a portabilidade de documentos, que permite a edição do mesmo
documento por mais de um usuário, bem como o recurso de publicação direta em blog. Os aplicativos permitem a
compilação em PDF.”
O
uso dessa ferramenta evidencia as práticas colaborativas que
proporcionam aprendizagens diversas, fazendo circular muito mais informação. O
câmbio de experiências faz aumentar de forma significativa a quantidade de
soluções e a qualidade das opções realizadas apontando para o educando que, depois de descobrir‐se como um construtor
de parte de seu universo cultural, está na interface do real e do virtual,
crescendo de acordo com suas ações dialógicas com demais membros da interação
educativa.

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